segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Esqueletos "gigantes" com 5 mil anos encontrados na China


Descoberta surpreendente na China

Um grupo de arqueólogos, no este da China, encontrou esqueletos, com mais de cinco mil anos, de pessoas com altura e força anormais para a época.

De acordo com as medidas dos ossos encontrados nos túmulos, na província de Shandong, na China, as pessoas mediriam cerca de 1,8 metros de altura, com um dos homens a ultrapassar mesmo os 1,9 metros, adianta a agencia noticiosa Xinhua.

Apesar de se tratar de tamanhos normais para a atualidade, os investigadores acreditam que estas medidas eram extremamente elevadas para os padrões da altura daquela época. "Isto tem como base a estrutura óssea. Se fosse uma pessoa viva, a altura seria superior aos 1,9 metros", disse Fang Hui, do departamento de História da Universidade de Shandong.

Os habitantes locais de Shandong encaram a altura como uma das suas principais características. Um estudo levado a cabo, em 2015, concluiu que a média de alturas de 18 homens era de 1,753 metros, superior à média nacional, de 1,72 metros.

O local de escavações, na vila de Jiaojia, perto da cidade de Jina, tem mais do que 104 casas, 205 túmulos e 20 locais de sacrifícios. Um vasto conjunto de potes coloridos e artigos de jade também foram recuperados.

As pessoas que viviam naquela região, há cinco mil anos, tinham condições de vida confortáveis quando comparado com outras populações. O "China Daily" escreve que os investigadores acreditam que as casas tinham vários compartimentos, com quatros e cozinhas. A área terá sito um importante centro político, cultural e económico para aquela região chinesa.


sábado, 21 de outubro de 2017

Escavações em Mértola revelam estátuas romanas monumentais

Mértola pode ter tido um grande templo romano. As escavações feitas durante a recuperação de um antigo edifício da vila revelaram um conjunto de estátuas monumentais e a possibilidade de ter existido em Mértola um templo da Roma antiga.

fonte: RTP Noticias

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Sabia que um avião russo andou a sobrevoar parte da zona ardida do pinhal litoral?

Sabia que um avião russo andou a sobrevoar parte da zona ardida do pinhal litoral?

Aparelho voou por cima de Coimbra, Leiria e Fátima, antes de seguir em direcção a Santarém.

Elementos de um grupo de spotters - pessoas que observam aviões como passatempo - identificaram, ontem à tarde, um avião russo a voar a baixa altitude por cima da área litoral, em especial Coimbra, Leiria e Fátima, e parte da zona afectada pelos incêndios de domingo e segunda-feira, que resultaram na destruição de 86% da área do Pinhal de Leiria/Pinhal do Rei (dados actualizados pela Câmara da Marinha Grande, município onde se localiza a totalidade desta zona protegida sob alçada do Estado).

"Alguém sabe por razão anda um avião russo a baixa altitude no nosso espaço aéreo a fazer 'S'?", lançou para a rede social Facebook o spotter Rui Domingues, pouco depois de este ter sobrevoado a zona da Bajouca (Leiria), pelas 17 horas. 


Outros elementos desta rede social, que também se aperceberam da presença do aparelho russo, referem que "será um avião que está a voar de acordo com o protocolo Open Sky assinado por 34 países que permite que aviões desarmados de um país voem - com a devida autorização - sobre os seus territórios, para promover a abertura e transparência das Forças Armadas."

Aparentemente, estes voos são bastante comuns e acordados entre o governos dos países participantes que assim, mostram as suas instalações militares, e, neste caso, as bases aéreas da região.

Da próxima vez, que vir um avião russo a sobrevoar a zona litoral (onde se encontram várias bases portuguesas), já sabe a razão.


sábado, 14 de outubro de 2017

Estação espacial chinesa vai colidir com a Terra... e não se sabe onde


A nave deverá desintegrar-se à entrada na atmosfera, mas destroços, alguns com mais de 100 kg, vão atingir a superfície

Uma estação espacial chinesa de 8,5 toneladas está em queda descontrolada em direção à Terra e espera-se que se despenhe nos próximos meses. Embora se espere que parte do laboratório se incendeie e desintegre, algumas das peças que vão atingir a superfície do planeta poderão pesar mais de 100 kg. A notícia é avançada esta sexta-feira pelo The Guardian, que cita especialistas afirmando que é impossível prever onde vão cair os destroços - nem mesmo nos dias imediatamente anteriores à colisão.

A estação Tiangong-1, também batizada "Palácio Celestial", foi lançada em 2011 porque a China queria ter um laboratório espacial que fosse também um "potente símbolo político. A medida fazia parte de um ambicioso programa científico que tinha por meta tornar a China uma superpotência espacial.

Em cinco anos, passaram pelo "Palácio Celestial" chinês tanto missões tripuladas, como não tripuladas. Numa das quais, realizada em 2012, participou Liu Yang, a primeira mulher astronauta da China.

Mas algo pouco celestial estava a acontecer com a Tiangong-1. Após meses de especulação sobre os eventuais problemas a bordo, em 2016 responsáveis chineses admitiram ter perdido o controlo da estação espacial e que esta iria colidir com a Terra. E, de acordo com a notificação enviada pela agência espacial chinesa às Nações Unidas, os destroços do "Palácio Celestial" deverão colidir com a Terra entre o presente mês de outubro e abril de 2018.

Desde 2016 que a órbita da estação espacial entrou em queda, sendo que nas últimas semana atingiu as camadas mais compactas da atmosfera da Terra, o que aumentou ainda mais a aceleração da descida.

"Agora que o perigeu [o ponto mais alto do trajeto da estação] já está a menos de 300km de altura e atingiu as camadas mais densas da atmosfera, o ritmo da queda está a aumentar", disse ao Guardian o astrofísico de Harvard, Jonathan McDowell. "É de esperar que se despenhe dentro de alguns meses, em finais de 2017 ou início de 2018", acrescentou.

A probabilidade de os destroços ferirem alguém é considerada remota, mas é também impossível prever onde vai cair. "Não se pode, de todo, dirigir o trajeto de uma coisa destas", disse McDowel. "Mesmo quando só faltar um ou dois dias para a reentrada da estação na atmosfera, é provável que não se consiga fazer melhor do que calcular o momento do impacto com uma margem de seis ou sete horas de distância, para mais ou para menos. E não saber quando vai cair traduz-se em não saber onde vai cair", concluiu o astrofísico. Segundo McDowell um ligeira alteração nas condições atmosféricas pode empurrar os destroços da estação "de um continente para outro".

Em maio deste ano, a China informou as Nações Unidas de que vai manter uma cuidadosa monitorização da descida da nave e que informará a ONU quando esta iniciar o seu mergulho final.


Nos Himalaias foram encontradas 200 estátuas únicas, feitas por povo desconhecido


Uma expedição russo-indiana descobriu nos Himalaias (estado indiano de Jammu e Caxemira) dois complexos rituais com figuras de pedra desconhecidas da época da Alta Idade Média, informou o vice-diretor do Instituto de Arqueologia e Etnografia da Academia de Ciências da Rússia, Vyacheslav Molodin.

Segundo Molodin, a expedição, liderada pela correspondente da Academia de Ciências da Rússia Nataliya Polosmak, trabalha na Índia há três anos e o último ano trouxe resultados "incríveis". Neste ano, os cientistas trabalharam em uma região de difícil acesso dos Himalaias, na fronteira entre a Índia e o Paquistão.

"A grande altitude nas montanhas, foram descobertos dois complexos rituais […]. Encontramos cerca de 200 cavaleiros de pedra. O interessante é que às vezes no cavalo há dois, três ou quatro cavaleiros e não um. Isto é, representam alguns mistérios ou mitos que ainda estão por ser decifrados", disse Vyacheslav Molodin.


Figuras de pedra da época da Alta Idade Média descobertas nos Himalaias

Ele sublinhou que, apesar de serem feitos no mesmo estilo, todas as esculturas são diferentes. No mesmo lugar se encontram fontes de água e construções de pedra, ligadas a estas figuras.

"Parecia que na Índia tudo já era conhecido, mas estas coisas foram encontradas pela primeira vez. Não há publicações sobre isso nem a comunidade científica sabia algo sobre o achado. Ainda há lugares completamente extraordinários que nunca foram estudados", ressaltou o cientista.

Segundo a estimativa da chefe da expedição, as esculturas datam da época da Alta Idade Média, isto é do início da Era Comum, levando em consideração os adornos dos cavalos e outros detalhes.


Figuras de pedra da época da Alta Idade Média descobertas nos Himalaias

No entanto, o que se desconhece é a origem do povo que criou as figuras, pois antes nada deste tipo foi encontrado na iconografia da Índia.

"É uma população que de repente apareceu nos Himalaias, estabeleceu-se em áreas de difícil acesso, deixando estes vestígios", sublinhou o especialista.

fonte: Sputnik News

A batalha OVNI da Catalunha de 1604


O ser humano, desde tempos imemoriais, viu coisas no céu que compartilhamos coisas que estão além do nosso raciocínio. 

Eles são os chamados OVNIs que, todos os dias e em qualquer parte do nosso globo, recebemos avistamentos de coisas que esfriam o impossível e onde não temos escolha senão buscar explicações além do nosso planeta. 

Mas não pense que isso aconteça na outra parte do mundo e esse é um mistério moderno, não. Como dizemos no início, o homem foi visitado pelo impossível desde a noite do tempo. Quem não nos diz que a própria noite do tempo não foi criada por eles? 

Na Espanha, ao longo de sua história, seu céu foi um ponto de encontro e reunião de objectos e artefactos voadores que não deveriam estar lá.

Nesta entrada, falaremos de um caso curioso e quase desconhecido transposto pelo grande Jeroni Pujades (1568-1635), um advogado de Barcelona e mais conhecido por ser historiador e a quem é creditado com a criação da "Crónica Universal do Principado da Catalunha" o que nos traz a história da comunidade autónoma catalã desde a sua criação até os dias da vida de Jeroni Pujades.

Outro trabalho que Jeroni Pujades nos deixou é o seu "Dietari", onde ele fala sobre o dia a dia da vida quando trabalhou como juiz e advogado do Conde de Ampurias. Neste diário é onde o real e o inexplicável tomam forma graças a uma página de seu diário em que narra uma série de eventos relacionados ao fenómeno que o OVNI aconteceu no dia 30 de setembro de 1604.

O que Pujades narra, ele próprio descreve como factos prodigiosos e curiosos aos quais ele não encontra nenhuma resposta plausível ao que ele estava vendo naquele dia.

Em 30 de setembro de 1604, Jeroni Pujades descreveu esses avistamentos em seu diário da seguinte forma:


"Na quinta-feira, 30 de setembro de 1604, o dia de São Jerónimo foi muito portentoso por várias coisas prodigiosas que foram vistas em várias partes da Catalunha. Porque na manhã já esclarecedora, na vila de Pons ou perto dela, na zona das belianas, todo o bispado de Urgel, foram vistos no ar, mas muito baixos, perto do solo, grandes esquadrões de armas Eles lutaram com grande furor e barulho de armas. E o primeiro que descobriu isso foi algum que trabalhou numa fechadura e terminou na cidade de Pons, de onde veio uma grande multidão de pessoas que viram esse sinal.

Da mesma forma que a mesma manhã da cidade de Barcelona e sobre ela, vindo da costa do leste e puxando para a parte oeste, um [...] ou um monte de pássaros parecidos com estorninhos foram vistos no ar, que eram da espessura e Negros de alguns corpos, mas de muitas pernas e asas como de lagosta. 

Da mesma forma, à noite, aqueles na terra descobriram um grande raio de fogo como bares, muito iluminados, no mosteiro de São Jerónimo de Vall d'Hebron, e os do mar viram além. Em suma, todos os que os viram fizeram isso em torno da Tramontana. Que Deus, por sua misericórdia, nos castigue de acordo com nossos pecados. 

Neste mês de setembro, eles perseveraram nas mesmas doenças do mês de agosto passado ".


Antigo mosteiro de San Jerónimo

Ao ler o testemunho do historiador na área de Belianas, no bispado de Urgell, nos lembra este assim chamado "batalha" travada nos céus da cidade alemã de Nuremberg em 14 de Abril, 1561, onde esferas luminosas e anéis circulares parecia jogar foguetes e fogos de artifício que chegaram até nós como a "Batalha de Nuremberga UFO".

A coisa vista nos céus de Barcelona seria algum objecto voador que não entende muito bem a explicação que se deve à concepção do tempo, mas que talvez tenha a ver com o que foi visto em Urgell e o que foi testemunhado sobre o mosteiro de San Jerome.

O que Jeroni Pujades descreve na sua entrada no diário de 30 de setembro de 1604, lembra-se do que foi dito em Nuremberg ou Génova, outra batalha que ocorreu dois anos após a ocorrência incomum do céu catalão em 1608? A resposta é olhar os céus e esperar que o impossível seja revelado novamente.

fonte: Exociencias

Descoberta do nome de Alá em artefactos vikings intriga cientistas


Bandolete bordada com os nomes de Alá e Ali encontrada em sepultura viking

Arqueólogos suecos anunciaram ter encontrado de caracteres árabes em mantas mortuárias encontradas em cerimónias funerárias vikings. A descoberta pode levar a novas informações sobre a influência do Islão na Escandinávia.

Não é a primeira vez que surgem indícios de que os mundos dos vikings e dos muçulmanos se cruzaram na história da humanidade.

Segundo um estudo apresentado em 2015, um anel encontrado no século 19, durante escavações no sítio arqueológico de Birka, na Suécia, pode ser a prova de que terá havido contacto entre os Vikings e a civilização Islâmica.

Mas uma nova descoberta, após uma análise de tecidos encontrados em túmulos dos séculos IX e X, vem agora revelar detalhes excitantes sobre o contacto entre os mundos viking e muçulmano – entre os quais se destacam os bordados em prata e seda com as palavras “Alá” e “Ali”.

Segundo os autores da descoberta, realizada por investigadores da Universidade de Uppsala, os fragmentos estavam curiosamente esquecidos há mais de 100 anos num arquivo da universidade sueca, classificados como material genérico.

Padrões diferentes

A nova descoberta foi feita pela arqueóloga Annika Larsson, da Universidade de Uppsala. A investigadora, especializada em tecidos, ficou intrigada ao constatar que as amostras, recuperadas em escavações ao longo dos últimos dois séculos, tinham origem na Ásia Central, Pérsia e China.

Larsson explica que os padrões geométricos encontrados nos tecidos eram diferentes de tudo o que tinha visto na Escandinávia. “Lembrei-me de que tinha visto este tipo de desenhos em tecidos da época da ocupação árabe da Península Ibérica“, conta a arqueóloga ao site científico sueco Forskning.

A arqueóloga percebeu então que estava a analisar caracteres de uma forma arcaica de escrita árabe, a kufic. Duas palavras apareciam com frequência. Com a ajuda de um colega iraniano, Larsson identificou uma das palavras como “Ali”, o nome do quarto califa do Império Islâmico, que viveu no século VII.

A outra deu mais trabalho. Foi como resolver um quebra-cabeças: depois de ampliar as letras e examiná-las em diversos ângulos, a especialista descobriu que se tratava de um mosaico formado pelo nome “Alá” – Deus, em árabe.

Larsson encontrou as duas palavras em pelo menos dez dos mais de cem fragmentos que analisou – e sempre juntas. “O nome Ali é repetido várias vezes ao lado de Alá“, explica. Ali era primo de Maomé – e seu genro, pois casou-se com Fátima, uma das suas filhas, e tornou-se o quarto líder da comunidade depois da morte do profeta.

“O uso de Ali sugere uma conexão xiita”, diz Amir De Martino, especialista do Islamic College, universidade de estudos islâmicos com base em Londres. Os nomes de Alá e Ali aparecem frequentemente em padrões enigmáticos no interior de túmulos e livros de ramos xiitas como os alevis e bektashis, mas sempre acompanhados do nome Maomé.

Quem estava nas sepulturas

A descoberta lança também perguntas sobre os ocupantes das sepulturas. “Não podemos descartar que as pessoas enterradas fossem muçulmanas. Análises de ADN em outras escavações de túmulos vikings revelaram que os seus ocupantes eram originários de locais distantes, como a Pérsia, em que o Islão já era dominante.”

No entanto, a arqueóloga acredita que o mais provável é que a descoberta mostre a influência de ideias islâmicas em rituais fúnebres vikings – noções, por exemplo, de vida eterna no paraíso após a morte.

Em estudos anteriores, Larsson identificou a presença generalizada de tecidos em seda em sepulturas escandinavas do tempo dos vikings. “E segundo diz o Corão, curiosamente,os habitantes do paraíso vestem-se de seda“, nota a arqueóloga.

Larsson acredita que a sua descoberta oferece possibilidades promissoras. “Agora que podemos examinar padrões vikings de forma diferente, estou convencida de que encontraremos mais inscrições islâmicas em outros tecidos – e talvez até em diferentes artefactos”.

A equipa da arqueóloga está agora a tentar, com o apoio do Departamento de Genética da universidade, estabelecer as origens geográficas dos corpos envoltos nos tecidos.

fonte: ZAP aeiou

NASA quer alterar ADN de astronautas que vão a Marte


A agência espacial norte-americana está a ponderar a possibilidade de modificação genética para evitar radiação perigosa.

ANASA está a investigar formas de alterar o ADN dos astronautas que vão a Marte, de forma a tentar protegê-los do risco de cancro e demência no planeta.

A agência espacial está a planear a primeira missão humana a Marte em 2030, mas há riscos devido às partículas cancerígenas que destroem o ADN.

O chefe de tecnologia da NASA, Douglas Terrier disse que a tripulação pode ser escudada com uma armadura ou com um campo de forças magnético, mas que isso parece pouco prático.

“Estamos a procurar várias coisas, desde de terapias de medicamentos até coisas mais extremas como modificação genética. Têm consequências éticas, por isso ainda estão em fase de experimentação em pensamento apenas”, explicou Terrier, citado pelo Mirror.

A NASA espera também manter os astronautas salvos criando um casulo de água em volta de parte da nave. Douglas Terrier explicou que o dia-a-dia da nave será feita através de inteligência artificial capaz de diagnosticar doenças e de realizar cirurgias robóticas.