sábado, 20 de janeiro de 2018

A maior lua de Saturno tem nível do mar tal como a Terra


Titã, a maior lua de Saturno, tem uma altura média da superfície do mar, tal como a Terra, revela um estudo divulgado esta quarta-feira, que se baseia em observações feitas pela sonda norte-americana Cassini, cuja missão terminou em setembro. 

De acordo com o estudo, citado pela agência espacial norte-americana NASA, que operou a sonda, os mares de Titã têm uma altura média, a que se chama "nível do mar", à semelhança do que sucede com a superfície dos oceanos da Terra. 

No entanto, ao contrário dos oceanos da Terra, que têm água líquida, os mares e lagos de Titã estão cheios de hidrocarbonetos. 

O novo estudo, publicado na revista Geophysical Research Letters, sugere que os lagos da lua de Saturno que estão mais próximos comunicam entre si e partilham um nível comum de líquido, tal como acontece com os oceanos na Terra. 

O "nível do mar" é a altura média do oceano relativamente à terra tendo em consideração as diferenças provocadas pelas marés. 

A investigação, conduzida por cientistas da universidade norte-americana Cornell, também se socorreu da nova cartografia completa de Titã. 

O novo mapa cartográfico da maior lua de Saturno, elaborado por astrónomos da mesma universidade, revelou que a superfície de Titã é mais plana do que se pensava anteriormente, e possui novas montanhas, nenhuma delas com altura superior a 700 metros, segundo um comunicado da instituição. 

Os cientistas sugerem que duas zonas na região equatorial de Titã são depressões geológicas que podem ser resquícios de mares antigos que secaram ou de criovulcões, vulcões gelados que expelem água ou metano em vez de lava. 

O mapa foi feito com base nas observações da Cassini e num algoritmo. 

fonte: SIC Noticias

Descoberto dinossauro do tamanho de um peru que vivia no super-continente Gondwana


Paleontólogos australianos descobriram uma nova espécie de dinossauro na Austrália. Com o tamanho de um peru, este velho herbívoro era um excelente corredor e é a prova da diversidade de dinossauros que habitava o antigo vale que existia entre a Austrália e a Antárctica. 

Baptizado Diluvicursor pickeringi, em homenagem ao paleontólogo australiano já falecido David Pickering, os fósseis de ossos da cauda e de um pé deste dinossauro foram descobertos em rochas com 113 milhões de anos, numa plataforma marítima perto de Cape Otway, em Victoria. 

O esqueleto foi encontrado em 2005, mas só agora, após uma demorada investigação, realizada por investigadores da Escola de Ciências Biológicas da Universidade de Queensland (UQ), na Austrália, a descoberta foi apresentada, num artigo publicado no jornal PeerJ. 

Os autores do estudo conseguiram reconstruir os músculos da cauda do dinossauro e vaticinam que o pequeno animal tinha poderosos músculos retráteis nas pernas “e eraprovavelmente um bom corredor“, revela a UQ num comunicado sobre a pesquisa. 

“O Diluvicursor demonstra, pela primeira vez, que havia pelo menos dois tipos de corpos distintos entre ornitópodes intimamente relacionados – pequenos dinossauros de duas pernas – nesta parte da Austrália”, explica Matt Herne, um dos investigadores envolvidos na pesquisa. 

Ornitópode vem da palavra grega que significa “pássaro de pés”, sendo os exemplares mais conhecidos desta classe os iguanodontes e os hadrossauros bico de pato. 

Matt Herne nota que o tipo conhecido por Leaellynasaura “foi levemente construído com uma extraordinária cauda longa, enquanto o outro – o Diluvicursor – foi construído de forma mais sólida, com uma cauda muito mais curta”. 

O investigador lembra ainda que “muito do material de vertebrados fósseis deste local está ainda para ser descrito”, pelo que a expectativa passa por “descobrir mais espécies de dinossauros no futuro, espécimenes e outros animais excitantes”. 

O Diluvicursor pode, assim, ser apenas a ponta do véu da diversidade de dinossauros que vivia no antigo vale que existia entre a Austrália e a Antárctica, antes da fragmentação do super-continente Gonduana.

fonte: ZAP aeiou

Descobertos vestígios de um novo dinossauro


Os cientistas estimam que o animal não mediria mais do que uma avestruz

Vestígios de uma nova espécie de dinossauro herbívoro foram descobertos em rochas com 113 milhões de anos no sudeste australiano, foi hoje divulgado.

Segundo um artigo da revista científica Peer J, a descoberta de uma cauda fossilizada e de ossos das patas permite ter uma nova visão sobre a diversidade dos pequenos dinossauros herbívoros e bípedes chamados ornitópodes, que percorreram um grande vale de rifte (complexo de falhas geológicas) que existiu entre a Austrália e a Antártida.

O novo dinossauro foi batizado com o nome "Diluvicursor pickeringi", em homenagem a David Pickering, antigo curador das coleções de paleontologia de vertebrados dos museus de Vitória, na Austrália, que morreu em 2016.

Os restos do animal pré-histórico - cujos exemplares maiores seriam do tamanho de uma avestruz e os mais pequenos do tamanho de um peru - foram encontrados em 2005 numa plataforma rochosa, perto do cabo Otway, na costa sul do estado de Vitória.

A reconstrução preliminar da musculatura da cauda do "Diluvicursor pickeringi" sugere, de acordo com os autores do artigo científico, que o dinossauro era um grande corredor.

fonte: Diário de Noticias

sábado, 6 de janeiro de 2018

A macabra lista de celebridades que vão morrer em 2018


Sean Connery


Papa emérito Bento XVI


Príncipe Filipe, Duque de Edimburgo


Atriz Betty White, tem 95 anos


Senador John McCain


Os ex-presidente americano George W. Bush


Hawking é favorável às novas tecnologias de comunicação

O site Deathlist elaborou mais uma vez uma lista de celebridades que vão, segundo os mesmos, morrer ao longo de 2018. 

Na lista macabra deste ano aparecem pessoas como o ator Kirk Douglas, o Papa emérito Bento XVI, o escritor Herman Wouk, o Príncipe Filipe, a atriz Betty White, o político norte-americano John McCain, o ator Sean Connery, George Bush e Stephen Hawking. 

Em 2017, o mesmo site acertou em 17 das 50 mortes que tinha previsto: Hugh Hefner, David Rockefeller, Peter Sallis, Tony Booth, Gord Downie, Jake LaMotta, Rei Miguel da Roménia, Jerry Lewis, Fats Domino, Bruce Forsyth, Glen Campbell, Liz Dawn, John Noakes, Joost van der Westhuizen, Mary Tyler Moore, Errol Christie e Ian Brady.


sábado, 30 de dezembro de 2017

Prepare-se para uma mini idade do gelo em 2030


Em 2030, a Terra pode atravessar uma mini idade do gelo, devido à redução drástica de actividade solar. As temperaturas deverão começar a descer em 2021, indica a investigação liderada por universidades do Reino Unido e da Rússia.

As previsões são feitas através de um modelo matemático, criado pela professora Valentina Zharkova da Universidade de Northumbria, com base em dados recolhidos em Moscovo acerca dos movimentos de duas ondas magnéticas originárias do Sol.

Durante três ciclos solares (cada um dura entre 10 e 12 anos), haverá uma menor actividade magnética. Sempre que se verificaram situações destas, registaram-se períodos de muito frio na Terra. O primeiro ciclo em que se registam alterações é o que começa em 2021, indica a Sky News.

O modelo matemático não é uma prova absoluta em como haverá a mini idade do gelo, mas tem 97% de exactidão. Assim, permite que se espere um período conhecido como o "mínimo de Maunder". No último registado, entre 1645 e 1715, o rio Tamisa congelou.

Contudo, o modelo não integra circunstâncias como o aquecimento global, o que dá esperança a Zharkova: "Espero que o aquecimento global seja anulado por este efeito, o que dá à Humanidade e à Terra 30 anos para resolver o problema da poluição." 
fonte: Sábado

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Cientistas descobrem na Amazónia a primeira ave híbrida do mundo


Especialistas canadianos descobriram por acaso que as aves Lepidothrix vilasboasi, uma espécie rara da Amazónia, são as primeiras aves "híbridas" no território da América e talvez de todo o mundo, diz um artigo publicado na revista PNAS.

"Há inúmeras plantas híbridas, mas entre os animais vertebrados os híbridos são muito raros", afirmou Jason Weir, especialista da universidade de Toronto.

Normalmente, cientistas chamam de híbridos os descendentes de duas espécies diferentes de animais que, de alguma maneira, trocaram material genético. Em geral, os híbridos se encontram entre plantas, mas não entre os animais. Falando das aves, até hoje não foi conhecido nenhum caso de híbrido natural.

A raridade dos híbridos se deve ao facto de serem estéreis e não poderem se multiplicar, o que não os permite a criar uma espécie separada, mesmo que tenham vantagens perante ambas as espécies parentais. Entre as excepções desta regra estão o golfinho-clímene, bisão-europeu (híbrido do bisão-das-planícies e ancestrais de vacas) e o cão-selvagem-asiático (descendentes de coiotes e lobos).

Weir e seus colegas acreditam ter descoberto o primeiro híbrido de aves. Durante expedições à Amazónia, eles estudaram laços parentais de pipras, aves tropicais sul-americanas. Após analisar o ADN das aves, cientistas descobriram a origem extraordinária da subespécie Lepidothrix vilasboasi (dançador-de-coroa-dourada).

Os resultados da pesquisa mostraram que o ADN desta subespécie é constituído por duas partes diferentes: 20% do uirapuru-de-chapéu-branco (Lepidothrix nattereri) e 80% do cabeça-de-prata (Lepidothrix iris). Segundo a análise, a subespécie surgiu recentemente — cerca de 180 mil anos atrás.

Isso aconteceu graças a dois factores: isolamento significativo dos ancestrais dessas aves e o fato dos últimos também terem surgido há pouco tempo — cerca de 300 mil anos atrás.

O processo de hibridação fez com que a estrutura da plumagem dos machos da ave se mudasse, tornando-se muito pálida. Por essa razão, com a evolução, representantes do Lepidothrix vilasboasi, desenvolveram uma plumagem amarela vivida, que atrai as fêmeas. Essa mudança, segundo Jason Weir, é a razão pela qual as aves se tornaram uma espécie separada e não uma variante de seus ancestrais.

fonte: Sputnik News

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Homem diz ter perdido a virgindade com extraterrestre


Homem diz ter a virgindade com extraterrestre





Homem pinta quadros com extraterrestres

David Huggins, um reformado e divorciado, de 74 anos, natural de Geórgia, nos EUA, afirma que perdeu a virgindade com uma extraterrestre, quando tinha 17 anos, e teve centenas de filhos, não só com ela, mas com outras alienígenas. O homem diz que é visitado por uma comunidade de "seres", como lhes chama, desde os oito anos de idade. 

De acordo com os relatos de Huggins ao jornal britânico Daily Mail, o seu mais recente encontro íntimo com uma mulher extraterrestre ocorreu "lá", no sítio que ele descreve como vago e inexplicável. E, rapidamente, sem se dar conta, já tinha voltado para a sua cama, em Hoboken. Segundo Huggins, os bebés, filhos dele e das alienígenas, permaneceram "lá" e ele não tem contacto com eles. 

O realizador Brad Abrahams entrevistou Huggins para o seu documentário 'Love and Saucers'. O filme fala sobre a experiência alienígena do reformado de Geórgia. "Ouvir estas coisas da boca de um homem que parece tão terra-a-terra e tão normal. A maneira como ele fala sobre isto é uma verdadeira dicotomia. Isto desarma-te, deixa-te aberto para o escutares como outro ser humano, não como alguém desequilibrado", contou o realizador britânico ao Daily Mail. 

David Huggins pintou mais de 100 quadros que descrevem as suas experiências com "seres" de outro mundo. Crescent, nome dado pelo homem à alienígena que lhe tirou a virgindade e com quem gerou centenas de filhos, é uma das personagens principais das pinturas.